
Finalmente ontem à noite deu pra ouvir Introducing Joss Stone. Parece que há uma aura meio negativa vinda de alguma parte da mídia quanto a esse novo album. Lí também que Joss parece que não é muito querida no Reino Unido.
Quanto ao album, minha impressão inicial é muito boa. Totalmente Pop, agradável, músicas curtas e bem arranjadas. A voz e a interpretação de Joss continuam sendo as estrelas.
Algumas críticas a Joss parecem às vezes desconsiderar que se trata de uma "recém pós-adolescente". 20 anos. A menina é muito nova. É um baita dom e pouca idade. O amadurimento de tudo isso ninguém pode saber no que vai dar.
Além de ouvir o novo álbum fuçei no YouTube e ví o clip de Tell me wat we´re gonna do now e ainda uma canja de Tell me bout it num programa aparentemente alemão. Vale à pena conferir, uma coisa meio desajeitada, uma platéia meio apática, e um apresentador meio sem graça, mas uma Joss e banda do programa muito bons.
O engraçado é que depois de ouvir o Introducing e ver os clips fui deitar com Jet Lag do Mind, Body & Soul na cabeça.
Minhas primeiras experimentações bloguísticas com o nome de Netnos e Vivendo de Ouvir.
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Joss Stone - Introducing
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dasilvaorg
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quinta-feira, 12 de julho de 2007
Amy, Joss, Dream Girls, The Supremes, Sharon Jones, Leela James e tudo mais..

Tem sido difícil conciliar todas as coisas que quero/devo fazer. Sempre fica aquela falta dos registros. O blog que não anda, enfim... Pq tudo isso?
Ok. Começemos.
Tem umas duas semanas que finalmente consegui assistir Dream Girls. O engraçado é que recentemente tenho tido contato com todo esse black revival (se é que posso chamar assim). Falo especificamente de Amy e Joss.
O filme me fez repensar a questão da mídia, de como as imagens são trabalhadas, de como os produtos (gente também) são vendidos. É impressionante. Impossível ficar fora de todo esse massacre comercial.
De consciência pesada fui procurar referências, informação etc... Ainda estou no processo (acho que é contínuo, né?!!) mas já há alguns resultados imediatos interessantes:
a) um post sobre a promoção midiática ampliada das "white black singers”;
b) Sharon Jones - a cantora negra que trabalhou com os Dap Kings (alguns dos músicos que aparecem no clip de Rehab e que, parece, também estãos nas turnês de Back to Black com Amy).
c) Leela James - uma negra da, digamos assim, nova geração do soul. Estou ouvindo....
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dasilvaorg
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